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Ceará é o segundo estado do nordeste que mais gera empregos formais

Em fevereiro, foram gerados em todo o país 260.831 empregos formais (Foto: José Leomar)
O Ceará apresentou o segundo melhor desempenho do Nordeste na geração de empregos formais em fevereiro de 2014, na comparação com o mesmo período de 2013. O estado criou 7.231 postos de empregos, ficando atrás apenas da Bahia, com 7.420 novas vagas. Os dados são do  Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) e foram divulgados nesta segunda-feira (17) pelo Ministério do Trabalho e Emprego.

Outros 3 estados nordestinos também apresentaram recorde na geração de empregos, são eles: Paraíba, com mais 1.385; no Piauí, com 966; e no Rio Grande do Norte, com 931. Devido, principalmente, ao crescimento dos 5 estados, o Nordeste apresentou o 2º maior indice no período, com aumento de 0,27% ou 17,565 novas vagas, ficando atrás apenas da Região Sul. Em termos percentuais, o Sul apresentou crescimento de 1,08%, com 79.990 postos de trabalho gerados.

Em fevereiro, foram gerados em todo o país 260.831 empregos formais. O número representa mais que o dobro do resultado do mesmo período do ano passado (123.446) e só é inferior ao registrado em fevereiro de 2011, quando foram criadas 280.799 vagas. O resultado também é superior ao do segundo mês de 2012, quando foram criados 150.600 empregos.

Crescimento nas demais regiões do país
Na Região Sudeste, foram criadas 130.628 vagas, com aumento de  0,60% em relação a fevereiro do ano passado. O estado de São Paulo liderou a geração de empregos no país, com 77.928 postos. O Rio de Janeiro, com 25.820 vagas, registrou recorde, quando comparado ao resultado do ano passado, e o Espírito Santo teve seu segundo melhor desempenho para o período com a criação de 4.166 postos de trabalho.

No Centro-Oeste, Goiás teve o melhor desempenho, com a geração de 12.554 das 29.515 novas vagas registradas na região. No Distrito Federal, foram criados em fevereiro 5.181 postos de trabalho e, em Mato Grosso do Sul, 4.362.

A Região Norte criou 3.125 empregos, com destaque para o Pará, com mais 1.985, e o Tocantins, com 1.184. Acre e Roraima geraram 308 e 264 postos de trabalho, respectivamente. Os estados de Rondônia e do Amapá tiveram resultado negativo, com a perda de 163 vagas no primeiro e 528 no segundo.

Resultados negativos

Os estados de Pernambuco e do Maranhão tiveram o pior resultado entre todas as unidades da Federação. Pernambuco teve saldo negativo, com a perda de 883 postos, seguido do Maranhão, que ficou sem 866 empregos.

Fonte: Diário do Nordeste / Miséria
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