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Internauta mostra no Boca no Trombone situação de posto em Altaneira e mais queixas de Juazeiro do Norte e Crato

O internauta Francisco Adeilton enviou foto mostrando a situação de um Posto de Saúde em Altaneira apenas dois meses após ser inaugurado. (Foto: Francisco Adeilton)
A redação do Site Miséria continua recebendo queixas dos seus leitores para o quadro Boca no Trombone sobre os mais variados temas. A principal desta sexta-feira vem do internauta de Altaneira, Francisco Adeilton, que enviou foto mostrando a situação do Posto de Saúde João Gualberto do Sítio São Romão apenas dois meses após ser inaugurado. A localidade fica a uma distância de 13 km para o centro e, segundo ele, a comunidade encontra-se revoltada

De acordo com Adeilton, a inauguração do posto ocorreu em meados de dezembro de 2013 e custou mais de R$ 220 mil. “Hoje, apresenta infiltrações no teto em todas as salas. As lâmpadas já não funcionam, enquanto tomadas e interruptores estão molhados. O esgoto não deu certo por falta de nivelação já que o posto se encontra abaixo do nível do riacho em que tentaram jogar as águas servidas. Os remédios estão sobre uma pia e cobertos com lona, enquanto o compressor do gabinete odontológico foi roubado”.

DE JUAZEIRO DO NORTE, Gerlane Bernardino diz que mora na localidade denominada Vila Nova, no bairro Pedrinhas, e informou sobre um criatório de porcos nas imediações da Escola Modelo. “Não tem que aguente mais por conta do mal cheiro, principalmente quando o vento sopra e espalha a catinga tornando o odor insuportável. Atenção Vigilância Sanitária”.

DE CRATO, José Flávio registra a insatisfação dos moradores da Rua São José localizada no Seminário. Ele diz ser a principal rua do bairro e comenta sobre o trabalho iniciado pelo Demutran pra tentar melhorar as condições do trânsito na área a partir da proibição de estacionamento na artéria. “Como fica a situação dos que tem carros?”

DE JUAZEIRO DO NORTE, Stenio Dantas diz que a Rua Ivanir Feitosa é uma vergonha com material de construção no meio da rua, além de bares tomando o espaço de calçadas e até das ruas. Ela defende ainda a recuperação do asfalto que, em muitos trechos, praticamente desapareceu.

Fonte: Miséria
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