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Alto Comando do Exército diz que não pode dizer à presidente Dilma que "o pior já passou" - publica jornal

O jornal “Folha de São Paulo“ diz que “o Alto Comando do Exército, que reúne os generais mais graduados da ativa, encontrou-se ontem para um balanço das manifestações com a área de inteligência da força e concluiu que não existe segurança de que haverá um arrefecimento daqui em diante”. A reunião foi presidida pelo comandante do Exército, general Enzo Martins Peri, com a participação dos comandantes das 8 regiões militares do país. Segundo a Folha, “eles fizeram um balanço das suas regiões e deram subsídios para que o ministro da Defesa, Celso Amorim, repasse à presidente Dilma”. A reportagem diz que, “como as manifestações não têm líderes assumidos nem organicidade, o trabalho de infiltração fica prejudicado e todo o trabalho de inteligência do Exército está focado nas redes sociais, 24 horas por dia”. É com base nesse monitoramento, segundo o jornal, que “o Comando do Exército avalia que não há como tranquilizar o ministro e a presidente de que o pior já passou”. A Folha diz que “os militares estão preocupados também com a Copa das Confederações e já se dizem preparados para 2 novos eventos”. O primeiro é o Dia Nacional de Greve, que está sendo convocado pelas redes sociais para 1º de julho. O outro é a Jornada Mundial da Juventude, que terá a presença do Papa Francisco, no final daquele mês.


Fonte: Montes Claros / Miséria

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