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Taxa de desemprego no Ceará é a menor em seis anos

Carteira-de-trabalho-fila-emprego-size-598-596x336O nível de emprego na Região Metropolitana de Fortaleza (RMF) cresceu 3,1%, em 2014, registrando a maior elevação desde 2011. No ano passado, foram gerados 51 mil novos postos de trabalho, número superior ao de pessoas que passaram a integrar o mercado de trabalho da região (47 mil). A taxa média anual de desemprego total diminuiu de 8,0%, em 2013, para 7,6% da força laboral, em 2014, anotando a menor taxa desde 2009.
Em dezembro último essa taxa recuou para 6,8%, também a menor desde os últimos seis anos. “O ano de 2014 foi muito bom para o Ceará. Reduzimos em 15 mil o número de desempregados, melhoramos em 1,8% o rendimento médio do trabalhador e ampliamos os empregos com carteira assinada”, destacou o titular da Secretaria do Trabalho e Desenvolvimento Social (STDS), Josbertini Clementino.
Conforme exposto, o nível de ocupação com carteira assinada aumentou de 35,2% em 2009, para 44,3% em 2014, um salto de quase 10 pontos percentuais em seis anos; resultado que, segundo Josbertini, demonstra avanços nos critérios de contratação do mercado de trabalho, mas sobretudo, confirma a política de incentivo à economia e de fortalecimento da capacitação profissional desenvolvida pelo governo do Estado, por meio da STDS, nos últimos anos. “Políticas que vamos continuar implementando com muita forma neste ano, nesta nova gestão”, destacou o secretário.
O crescimento do nível ocupacional (3,1%) foi resultado da maior oferta de postos de trabalho nos setores da Construção (8 mil), Comércio e reparação de veículos e motocicletas (9 mil) e, principalmente, nos Serviços (44 mil). Em contrapartida, a Indústria de transformação reduziu o contingente de trabalhadores (-7 mil), entre 2013 e 2014. “Apesar do cenário da economia, a RMF manteve o patamar de redução do desemprego e elevação do nível de ocupação, especialmente entre os assalariados com carteira assinada, que possibilita o acesso aos direitos sociais e trabalhistas”, analisa o presidente do IDT, Gilvan Mendes.
O contingente de assalariados cresceu 4,3%, em 2014, resultado do crescimento do emprego no setor privado (36 mil) e público (9 mil). O número de empregadores apresentou redução (-1 mil), o de empregados domésticos não variou e o de trabalhadores autônomos aumentou (6 mil), assim como dos classificados nas demais posições (1 mil).
Entre as mulheres, a taxa de desemprego (8,7%) manteve-se superior a dos homens (6,7%), assim como a dos jovens de 16 a 24 anos (19,0%) em relação à das pessoas de 25 a 39 anos (6,6%) e de 40 a 49 anos (3,1%). A taxa de desemprego dos chefes de domicílio (3,7%) manteve-se bem abaixo dos demais membros do domicílio (13,1%), enquanto esse indicador foi muito semelhante entre as pessoas negras (7,6%) e não-negras (7,5%) no ano de 2014.

Fonte Ceara Agora
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