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Pesquisa: 24% da população acima de 18 anos consome bebida alcoólica

O álcool continua sendo uma das drogas lícitas que mais tem contribuído para a desagregação dos lares, do incentivo a violência, acidentes de trânsito e mortes no País. Um dado apresentado nesta quarta-feira pela Pesquisa Nacional de Saúde torna mais preocupante a disseminação do consumo do álcool no País. O levantamento mostra que  24% da população brasileira com mais de 18 anos consome bebida alcoólica uma vez ou mais por semana.
Apesar do cerco contra as pessoas que ingerem álcool e depois querem conduzir veículos, 24,4% não se inibiram e continuam bebendo e depois conduzindo carro, bicicleta ou motocicleta. A pesquisa inédita foi elaborada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em parceria com o Ministério da Saúde e ouviu 63 mil pessoas.
O maior índice do consumo de álcool (uma vez ou mais por semana) é registrado no Sul, com 28,4%, e o menor, no Norte, com 18,8%. Entre os sexos, a proporção entre os homens é de 36,3% e de 13% entre as mulheres. No Distrito Federal, 25,8% dos entrevistados costumam consumir bebida alcoólica. A proporção também foi maior para os homens (38,5%) que as mulheres (15,2%).
A PNS também analisou que 13,7% das pessoas entrevistadas haviam feito consumo abusivo de álcool, ou seja, consumiram quatro ou mais doses, no caso da mulher, ou cinco ou mais doses, no caso do homem, em uma mesma ocasião nos 30 dias anteriores às pesquisas. O maior índice foi no Centro-Oese (16,2%), seguido pelo Nordeste (15,6%), pelo Norte (14,2%), pelo Sudeste (12,8%) e pelo Sul (11,1%).
Com relação ao cigarro, a Pesquisa  mostra que 21,9 milhões de brasileiros, 15% da população ainda é usuária de produtos derivados do tabaco, fumado ou não. Na zona rural, o consumo é maior (17,4%) que na urbana (14,6%). Os homens são a maior parte (19,2%). Das mulheres, apenas 11,2% fumam. Segundo a pesquisa, 17,5% dos brasileiros já fumaram no passado. Mais da metade dos fumantes (51,1%) tentou parar de fumar nos 12 meses anteriores à entrevista. Deles, 73,1% conseguiram com a ajuda de um profissional de saúde.

Fonte: Ceará Agora
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