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Para comprar cesta básica, brasileiro deveria ganhar quase 4 vezes mais que mínimo

O trabalhador remunerado pelo salário mínimo precisou realizar, na média, uma jornada de 90 horas e 07 minutos (Foto: Marcelo Camargo/ABr)
Pelo segundo mês consecutivo, os preços da cesta básica diminuíram em todas as 18 capitais onde o Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) realiza a Pesquisa da Cesta Básica de Alimentos.

No mês de agosto as maiores quedas registradas foram em Manaus (-7,69%), Aracaju (-3,84%), Fortaleza (-2,96%) e Natal (-2,35%). Porém, mesmo com a queda, o salário mínimo do brasileiro não está de acordo com os valores da cesta básica.

O levantamento mostra que, no oitavo mês do ano, o salário mínimo necessário deveria ser de R$ 2.861,55, ou seja, 3,95 vezes o mínimo em vigor, de R$ 724, levando em conta a cesta mais cara do País, a de Florianópolis (R$ 340,62).

A quantia é menor do que a necessária para comprar os produtos no mês de julho, quando o mínimo deveria ser equivalente a R$ 2.915,07, ou 4,03 vezes o piso vigente. Em agosto de 2013, ficava em R$ 2.685,47, ou 3,96 vezes o mínimo da época (R$ 678).

Além disso, no período analisado, o trabalhador remunerado pelo salário mínimo precisou realizar, na média, uma jornada de 90 horas e 07 minutos, tempo inferior às 92 horas e 03 minutos registrado em julho, para comprar os produtos de gênero alimentício. Em agosto de 2013, a jornada comprometida era maior, já que naquele mês foram necessárias 91 horas e 46 minutos.

Fonte: Msn.com / Miséria
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