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Nordeste é 2º em novos negócios

Depois do serviço, o comércio foi o setor que mais cresceu em número de novas empresas em janeiro de 2013 (Foto: Francisco Fontenele)
A região Nordeste é a segunda com maior número de empresas abertas em janeiro de 2013. Foram 31.220 novos negócios, o que representa 19,5% do que foi criado no mês. Os dados são do Indicador Serasa Experian de Nascimento de Empresas.

O resultado no Nordeste é duas vezes maior do que o do Centro-Oeste (14.912 novas empresas) e três vezes e meia o do Norte (8.607).

Com 80.793 empresas, a região Sudeste concentrou mais da metade dos novos empreendimentos (50,4%), um aumento de 11,2%, conforme o indicador.

Ao todo, foram criadas em janeiro deste ano 160.348 empreendimentos – um aumento de 8% sobre igual mês do ano passado, quando foram sido abertas 147.337 companhias. O volume foi o maior já registrado na comparação entre meses de janeiro desde 2010, informou o estudo.

Economistas da Serasa Experian atribuem o crescimento à formalização dos negócios no Brasil, puxada pelos microempreendedores individuais. Do total de empresas abertas, 74,2% são do grupo microempreendedores individuais, que registrou 119.019 processos de criação, com crescimento de 18,8% sobre janeiro do ano passado, que 100.215 empreendimentos abertos.

No caso das empresas individuais, que atingiram 10,9% do total, houve queda de 18% em relação a janeiro do ano passado. Em janeiro de 2013, foram criadas 18.432 empresa. No primeiro mês deste ano, o número caiu para 15.115. A criação de sociedades limitadas registrou, em janeiro passado, queda de 15,4%. Foram abertas em janeiro de 2013 20.668 empresas e, no mês passado, 17.488.

Setor de serviços
A principal oficialização de negócios está no setor de serviços, com 95.056 novas empresas e 59,3% do total. O ramo comercial é o segundo da lista com participação de 30,8% e 49.393 empresas; seguido pelo setor industrial, que corresponde a 8,3% do total com 13.278 empresas.

Nos últimos quatro anos, o setor de serviços aumentou a participação de 53,2% para 59,3%, enquanto o do comércio recuou de 35,3% para 30,8%. Já as empresas do setor industrial mantiveram uma certa estabilidade, passando de 7,6% para 8,3%.

Fonte: O Povo, com Agência Brasil / Miséria
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