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Ceará supera número de transplantes de coração de 2012

Em 2012, o Ceará fechou o ano como o 3º maior transplantador de coração do país, depois de São Paulo, com 78 transplantes, e Minas Gerais, 30 transplantes (Foto: Flickr Creative Commons)
O Ceará chegou aos 29 transplantes de coração em 2013. Superou os 28 realizados em 2012. Este ano, o Hospital de Messejana Dr. Carlos Alberto Studart Gomes já é o 2º do Brasil em transplantes de coração, superado apenas pelo Instituto do Coração (InCor) do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP). Quem comemora é o cardiologista João David de Souza Neto, chefe da equipe de transplante cardíaco do Hospital de Messejana. “Foi um ano muito bom para os transplantes de coração no Ceará”, avalia ele.

Em 2012, o Ceará fechou o ano como o 3º maior transplantador de coração do país, depois de São Paulo, com 78 transplantes, e Minas Gerais, 30 transplantes. Por milhão da população (pmp), o Ceará ficou em 2º lugar com 3,3 transplantes, superado pelos 7,0 transplantes pmp do Distrito Federal e à frente dos 2,5 transplantes do Paraná. Até setembro de 2013, segundo o Registro Brasileiro de Transplantes (RBT), publicação da Associação Brasileira de Transplantes de Órgãos (ABTO), o Ceará registrava 19 transplantes cardíacos e era superado por São Paulo (84), Distrito Federal (24) e Pernambuco (22). Proporcionalmente, o Estado figurava em terceiro do país nos transplantes cardíacos por milhão da população, com 3,0 transplantes pmp, depois do Distrito Federal (12,5) e Pernambuco (3,3).

Este ano o Ceará já igualou o número total de transplantes realizados no ano passado. Nesta sexta-feira, 20 de dezembro, o número de transplantes de órgãos e tecidos realizados no Estado era de 1.295. Foram 256 transplantes de rim, 10 de rim/pâncreas, 29 de coração, 190 de fígado, 8 de pulmão, 51 de medula óssea, 9 de valva cardíaca, 714 de córnea, 27 de esclera e um de osso. Este ano o Estado já registra, além de coração, novos recordes de transplantes de fígado, pulmão e medula óssea.


Fonte: Tribuna do Ceará  / Miséria
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