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STF julgará nesta quinta se aposentado que volta ao trabalho pode alterar benefício Ministros vão analisar a chamada 'reaposentação'. Decisões judiciais têm autorizado a medida, mas palavra final sobre o tema caberá ao STF. Ministros do STF reunidos no plenário do tribunal — Foto: Fellipe Sampaio /SCO/STF O Supremo Tribunal Federal ( STF ) julgará nesta quinta-feira (6) se cidadãos aposentados que voltam ao mercado de trabalho podem alterar o benefício. Durante a sessão, os ministros vão analisar a chamada "reaposentação", isto é, a substituição de uma aposentadoria por outra mais vantajosa. Na  "reaposentação" , o tempo de serviço e o salário de contribuição anteriores à aposentadoria não entram na revisão do cálculo. Isso porque as contribuições ou o tempo de serviço posteriores à primeira aposentadoria são, por si só, requisitos suficientes para que o trabalhador obtenha um benefício com valor maior que o primeiro.

Um quinto de produtos consumidos no Brasil são importados

EFE
O aumento das importações, segundo o estudo, se deve principalmente às dificuldades enfrentadas pela indústria brasileira Spencer Platt/Getty Images News
O consumo de produtos importados no mercado brasileiro cresceu no terceiro trimestre do ano para 21,8% do total, pouco mais de um quinto, segundo um estudo publicado nesta quinta-feira (14) pela CNI (Confederação Nacional da Indústria).
Este dado mostra um crescimento de 0,7 ponto percentual frente ao segundo trimestre deste ano e representa a 14ª alta consecutiva em tal taxa, de acordo com o relatório da CNI.
O aumento das importações, segundo o estudo, se deve principalmente às dificuldades enfrentadas pela indústria brasileira, fundamentalmente pela perda de competitividade, por isso que aumenta a demanda de produtos estrangeiros, segundo a Confederação.
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O estudo, no qual também participou a Funcex (fundação Centro de Estudos de Comércio Exterior), destaca que, no caso da indústria de transformação, a importação de matérias-primas aumentou 0,6 ponto percentual no terceiro trimestre de 2013, para 20,3%.
O setor da indústria farmacêutica foi onde mais cresceu a dependência de matérias-primas importadas, apesar de também ter sido registrado um crescimento notável nos de derivados de petróleo, eletrônica e materiais ópticos.
No caso da indústria extrativa, setor onde mais se recorre a matérias-primas de origem não brasileira, a porcentagem de componentes de origem estrangeira é de 53,4%.
Fonte: Noticias

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