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Inmetro alerta sobre segurança dos brinquedos para o Dia das Crianças

Está começando a correria em busca do brinquedo do Dia da Criança. Mas, na hora de escolher o presente, é bom ter atenção com a segurança.
Anelísia não negocia. No Dia das Crianças, são serve uma boneca. “Ela é bonita”, diz.
Mas na vontade de agradar, muitos pais se esquecem de coisas importantes.
Repórter: Quantos anos ela tem?
Valdeci Rocha, advogado: Quatro anos.
Repórter: O que está escrito? Recomendado pra qual idade?
Valdeci: Você acredita que nem olhei.
Repórter: E o selo do Inmetro, conferiu se tem?
Valdeci: Também não.
O selo do Inmetro é garantia de que o produto é seguro. Um telefone, sem selo, foi recolhido. “Percebemos que ao quebrar, surgem pontas pontiagudas que podem perfurar, e arestas cortantes”, diz um homem.
A indicação da idade também é obrigatória. “Quer dizer que o brinquedo foi fabricado é recomendável pra quem tem mais de seis anos, e ele é totalmente não recomendado pra criança abaixo de três porque tem peça pequena que pode ser engolida”, explica Verônica Martins, fiscal do Inmetro.
Fantasias, massinhas, brinquedos que tem pós e líquido podem dar alergia. A embalagem precisa informar de que são feitos.
Os brinquedos que não estão de acordo com as normas de segurança do Inmetro são trazidos para esse depósito e depois destruídos. Neste ano, os fiscais foram a três mil lojas em Minas e flagraram 10% delas vendendo produtos sem a certificação. O lojista, além de ter a mercadoria apreendida, ter prejuízo, ainda paga multa.
Até o simpático bichão de pelúcia pode ser perigoso. Quem garante que os olhos não vão se soltar? A lousa mágica é importada. A embalagem tinha que ter tradução. E se quebrar... “Essa parte branca contém um líquido dentro, que ela é facilmente quebrável e a criança pode se intoxicar”, alerta Verônica Martins, fiscal do Inmetro.
A filha de Natalia pediu um diário especial. “Tem que ter o selo do Inmetro com certeza. Se não tiver fica sem. Vai ter que trocar”, declara Natalia Batista, técnica em segurança do trabalho.

Fonte: G1
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