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Emprego na indústria tem maior recuo desde dezembro de 2009.

(Foto: Leonardo Soares/UOL)
Com o fraco crescimento da economia do país nos últimos meses, a indústria chega no nível mais baixo desde o período da crise financeira mundial.

De acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o emprego na indústria brasileira caiu 0,5% em maio na comparação com abril, no recuo mais intenso desde dezembro de 2009.

Na comparação com o mesmo período do ano passado, o total de pessoal ocupado na indústria recuou 0,7%. É a 20ª queda consecutiva nesse tipo de comparação.

No índice acumulado para os cinco primeiros meses do ano, o total do pessoal ocupado na indústria recuou 0,8%.

Nove de 18 setores pesquisados tiveram queda em maio na comparação com abril. Os destaques negativos foram: calçados e couro (-6,5%), máquinas e equipamentos (-3,3%), outros produtos da indústria de transformação (-4,4%), máquinas e aparelhos eletroeletrônicos e de comunicações (-3,5%), vestuário (-2,5%) e minerais não-metálicos (-2,2%).

Por outro lado, os principais impactos positivos foram observados nos setores de alimentos e bebidas (2,4%), borracha e plástico (2,7%), meios de transporte (0,7%) e produtos químicos (1,1%).

CNI reduz estimativa de crescimento da economia
 

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) reduziu, na semana passada, a previsão de crescimento da economia brasileira para 2% neste ano. A estimativa anterior era de que o Produto Interno Bruto (PIB) crescesse 3,2%.

A CNI também reduziu a expectativa de crescimento da indústria, de 2,6% para 1% neste ano. Para a entidade, a taxa básica de juros (Selic) deve fechar 2013 em 9,5% ao ano, acima da estimativa anterior, de 7,25%.

Indústria patina com economia enfraquecida
 

Dados divulgadospelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) no início do mês mostraram queda na produção industrial em maio.

A produção recuou 2% em maio ante abril, após ter subido nos dois meses anteriores. Em comparação com maio de 2012, a produção industrial cresceu 2,4%.

A queda foi generalizada: 20 dos 27 setores da indústria pesquisados apresentaram queda mensal, com destaque para alimentos (-4,4%), máquinas e equipamentos (-5%) e veículos automotores (-2,9%).

Fonte: UOL / Miséria
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